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	<title>AdmVet</title>
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	<description>Gestão estratégica de negócios veterinários</description>
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		<title>Curso de Gestão de Clínicas e Pet Shops</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 00:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Peça MKT CURSO 2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href='http://www.admvet.com.br/sem-categoria/curso-de-gestao-de-clinicas-e-pet-shops/attachment/peca-mkt-curso-2012' rel='attachment wp-att-118'>Peça MKT CURSO 2012</a></p>
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		<title>Por que buscar uma consultoria?</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 05:09:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>

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		<description><![CDATA[Através da consultoria &#160;da <strong>AdmVet</strong> é possível diagnosticar a saúde financeira e como anda a gestão de sua pequena e média empresa. E com uma parceria sólida, definir as ações mais adequadas para cada cliente. <a href="http://www.admvet.com.br/home/consultoria"></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
    <strong>Por que devo buscar uma consultoria?</strong></p>
<p>O foco da consultoria é definir a melhor alternativa de ação num ambiente de negócios repleto de incertezas, riscos, competição e possibilidades desconhecidas, que representam para os gestores da empresa um problema complexo e de grande importância. Enfrentar os desafios da gestão de empresas na atualidade, ampliar a visão e as possibilidades, e auxiliar na execução de mudanças necessárias com imparcialidade e neutralidade dentro das clínicas veterinárias, são alguns dos principais benefícios que uma consultoria pode fornecer a você.</p>
<p>			  <strong>O que a AdmVet fará pela minha empresa?</strong></p>
<p>Através dos consultores da <strong>AdmVet</strong> o Médico Veterinário terá um o serviço de apoio á sua clínica veterinária com o intuito de auxiliá- lo a definir a melhor alternativa de ação e as decisões estratégicas a serem tomadas para a ampliação de seus resultados atuais e futuros tornando-a mais apta para o sucesso.</p>
<p><strong>Quais os serviços oferecido pela AdmVet?</strong></p>
<p>A <strong>AdmVet</strong> oferece serviços diferenciados pautados nas necessidades específicas de cada cliente. O primeiro passo para tanto é uma análise completa do negócio para identificação dos pontos que necessitam ser re-estruturados ou desenvolvidos. De acordo com o resultado desta análise são oferecidos os seguintes serviços: Marketing, Gestão Estratégica, Gestão de Pessoas, Gestão Financeira, Treinamentos, Coaching e Desenvolvimento de Novos Projetos.</p>
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		<title>Educação</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 01:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>

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		<description><![CDATA[Através dos cursos da <strong>Admvet </strong>tanto o <u>estudante como o profissional de Medicina Veterinária </u>terão acesso aos principais conceitos de Administração e Marketing afim de implantá-las dentro de uma empresa. <a href="http://www.admvet.com.br/home/educacao"></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
      &nbsp;O Curso de Administração e Marketing para Médicos Veterinários tem o objetivo de introduzir noções essenciais de Administração, Marketing e áreas afins ao profissional e aluno de Medicina Veterinária. <br />
Visa desenvolver nos participantes conceitos e informações administrativas para proporcionar aos mesmos o conhecimento e a desenvoltura do profissional técnico dentro de uma organização. <br />
Este Curso tem como finalidade habilitar estudantes e profissionais de Medicina Veterinária para atuar em mercados de trabalho desafiadores, tanto em suas próprias clínicas, gerindo seus próprios negócios, quanto atuando em organizações que demandam gestores competentes e atualizados.</p>
<p><strong>Por que devo fazer o curso completo de Administração e Marketing?</strong></p>
<p>Diante de um mercado extremamente competitivo, o conhecimento para se ter êxito gerencial e administrativo é fundamental para o sucesso de uma empresa. </p>
<p>      Para as grandes corporações buscar eficiência no atendimento aos clientes, aprimoramento nos processos produtivos e na prestação de serviços, e uma gestão de pessoas eficaz são características essenciais e desejadas para que um profissional torne-se gestor nestas empresas. <br />
      Quando falamos em pequenas e médias corporações, os próprios profissionais (médicos veterinários) são os gestores e estrategistas. Desta forma, os serviços prestados e produtos oferecidos têm seus padrões aprimorados pelo preparo destes profissionais. <br />
      Para obter estas qualificações, os profissionais devem buscar atualização e conhecimentos especializados constantemente.</p>
<p><strong>Por que escolher este Curso completo?</strong></p>
<p> Este curso é ministrado por profissionais capacitados, com formação acadêmica e prática nas áreas de Administração e Medicina Veterinária, além de experiência em grandes, médias e pequenas empresas.<br />
    Nosso diferencial é um curso dinâmico que visa integração entre teoria e prática e os temas abordados estão presentes e são essenciais em qualquer empresa: liderança, motivação, legislação, marketing, administração, gestão de pessoas, entre outros.</p>
<p><strong>Quais tipos de curso a AdmVet oferece?</strong></p>
<p> Curso completo, modular e palestras de Administração e Marketing </p>
<p>Para conhecer nossos Cursos, <a href="curso.php">clique aqui</a></p>
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		<title>Artigos</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 01:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja aqui alguns artigos sobre os temas de Administração e Marketing.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Veja aqui alguns artigos sobre os temas de Administração e Marketing.</p>
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		<title>Educação a Distância</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 01:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>

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		<description><![CDATA[Em breve a AdmVet também oferecerá cursos à distância (EAD). Estamos preparando várias novidades para 2012. Aguardem!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em breve a AdmVet também oferecerá cursos à distância (EAD). Estamos preparando várias novidades para 2012.</p>
<p>Aguardem!</p>
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		<title>Palestra de 3 horas</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 00:45:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pré Inscrição]]></category>

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		<description><![CDATA[Para fazer sua Pré Inscrição em uma Palestra preencha as informações abaixo:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para fazer sua Pré Inscrição em uma Palestra preencha as informações abaixo:</p>
[contact-form]
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		<title>Módulo Individual</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 00:43:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pré Inscrição]]></category>

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		<description><![CDATA[Para fazer sua Pré Inscrição no Módulo Individual preencha as informações abaixo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para fazer sua Pré Inscrição no Módulo Individual preencha as informações abaixo</p>
[contact-form]
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		<title>Curso Completo</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 00:42:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pré Inscrição]]></category>

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		<description><![CDATA[Para fazer sua Pré Inscrição no Curso Completo preencha as informações abaixo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para fazer sua Pré Inscrição no Curso Completo preencha as informações abaixo</p>
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		<title>Tropeços nos recrutamento</title>
		<link>http://www.admvet.com.br/artigos/tropecos-nos-recrutamento</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 03:18:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça os erros que os recrutadores e os profissionais cometem durante a entrevista de emprego e aproveite melhor a próxima oportunidade de mudar de trabalho <a href="http://www.admvet.com.br/artigos/tropecos-nos-recrutamento"></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Conheça os erros que os recrutadores e os profissionais   cometem durante  a entrevista de emprego e aproveite melhor a próxima   oportunidade de mudar de  trabalho</strong></p>
<p>Neste início de ano, o mercado de trabalho está  aquecido e receber   uma proposta de emprego voltou a ser frequente. &#8220;Em  praticamente todas   as áreas está ocorrendo uma retomada de planos de  contratação&#8221;, diz   Marcelo De Lucca, diretor executivo da Michael Page,  empresa de   recrutamento com sede em São Paulo. Nessa fase, um velho fantasma    assombra os profissionais: a entrevista de emprego. Muita gente ainda   comete  deslizes durante o processo de seleção. Despreparo e ansiedade   excessiva são as  principais razões que levam as pessoas a desperdiçar a   oportunidade de  conquistar um emprego melhor. </p>
<p>			  Os recrutadores também falham. No final do ano passado, um grupo de 40    profissionais de diversos setores e de todas as partes do Brasil se   reuniu pela  internet e passou a trocar informações sobre as más   experiências por que  passaram durante a disputa por uma vaga. Das   conversas, saiu uma lista de 13  hábitos que headhunters e áreas de   seleção das empresas deveriam evitar. Em  geral, os recrutadores sabem   lidar com situações inusitadas e gafes dos  candidatos. E avisam que só   casos extremos realmente comprometem o  entrevistado. O bom headhunter   procura fazer uma avaliação profissional do  candidato sem dar espaço   para reações emocionais. </p>
<p>			  “Não cabe ao recrutador se envolver pessoalmente ou se irritar porque o    profissional fala de determinada forma ou tem certa postura”, diz   Juliana de  Lacerda, sócia-diretora da consultoria Gnext, em São Paulo.   De maneira geral,  os casos graves tanto para um lado quanto para o   outro são as exceções. Os  recrutadores lembram ainda que um perfil de   candidato pode ser ótimo para uma  empresa e péssimo para outra. “O   headhunter competente sempre busca atender às  necessidades da companhia   que o contratou”, explica Juliana. </p>
<p>			  FALHAS DO CANDIDATO <br />
			  Um comportamento que elimina o candidato em uma entrevista de emprego é   falar  mal de ex-chefes. “Já aconteceu de um executivo criticar a   própria empresa pela  qual ele estava concorrendo à vaga”, diz Ana Paula   Passarelli, headhunter da  Passarelli Consultores, em São Paulo, que   trabalha com posições de alto  escalão. Sempre se pede ao candidato que   não minta nas competências, como  fluência em inglês, ou apresente   falsas referências profissionais. Omitir  questões importantes para a   posição também não adianta: você será desmascarado  mais cedo ou mais   tarde. “Um candidato escondeu ter medo de avião durante uma  seleção   para uma vaga que previa muitas viagens”, conta Ana Paula. “Ele foi    contratado e demitido logo depois.” Seja honesto. Se você for o   candidato  ideal, a empresa vai contratá-lo independentemente de um   ponto fraco, que  poderá ser trabalhado, depois, em treinamentos. </p>
<p>			  Um processo seletivo é coisa séria. Se você não pretende deixar seu   emprego,  não entre na disputa. Headhunters dizem que é comum encontrar   gente que está  interessada apenas em testar a empregabilidade ou saber   se o salário está na  média do mercado. “Ninguém quer perder tempo com   leviandades. Há outros meios  de conhecer a remuneração para sua função,   como pesquisas de mercado ou mesmo  sondagens com conhecidos do meio”,   diz Danielle Sarraf, diretora de RH do grupo  de agências publicitárias   PPR e ex-headhunter da Mariaca &amp; Associates.  Mesmo para quem   estásatisfeito na empresa atual, é praxe haver uma conversa  pessoal.   Para ir além desse ponto, avise o recrutador que a intenção de deixar  o   cargo atual é baixa, até porque, em muitos casos, o headhunter não pode   dizer  num primeiro momento qual é a empresa e o salário oferecido. </p>
<p>			  Os recrutadores percebem logo quando o profissional está tentando   enrolar. Por  isso, seja objetivo e evite ficar contando histórias   longas. Fuja de perguntas  que visam verificar uma determinada   competência ou experiência. “Também  recomendo tomar cuidado para não   discutir detalhes sem importância da  contratação, como a marca do   celular que a empresa oferece”, diz Carlos Eduardo  Ribeiro Dias,   sócio-gerente da Asap, divisão da Fesa, empresa de recrutamento  para   cargos de média gerência. É importante ser flexível e encontrar na   agenda  um horário para fazer as entrevistas inerentes ao processo. A   contratação pode  não ser definida apenas pelo headhunter — o mais   comum, aliás, é que um gestor  da empresa também converse com o   candidato. “Em alguns casos eu já fiz as  primeiras entrevistas, a   companhia contratante quer conhecer o candidato e tem  gente que fica   propondo horários inviáveis ou remarcando inúmeras vezes”, diz  Carlos   Eduardo, da Asap. Obviamente, na cabeça da empresa e do caça-talentos,    isso sinaliza pouco interesse do candidato. Se você já se decidiu por   recusar  um convite, diga o quanto antes aos envolvidos. </p>
<p>QUANDO O RECRUTADOR ERRA <br />
			  Uma questão que irrita bastante os candidatos a um emprego é a falta de    feedback dos recrutadores. A queixa é que os headhunters desaparecem   após a  entrevista, sem dizer por que o candidato não ficou com a vaga.   “Com exceção de  cargos altos, o que se pode fazer é dar retorno   técnico, se ele foi bem ou não  no inglês, por exemplo”, diz Fabiana   Nakazone, gerente da DM Especialistas,  divisão do grupo DMRH,   responsável pela seleção de profissionais até cargos de  média gerência   para companhias como Unilever, Johnson &amp; Johnson e Dow  Chemical.   “Mas recomendar que um candidato mude características da sua    personalidade só porque uma empresa não gostou é colaborar para limitar a   visão  do profissional em relação a outras oportunidades.”</p>
<p>			  Pregar rótulos em candidatos é uma atitude errada, mas que ocorre. O   engenheiro  Carlos Reimer, de 33 anos, gerente de operações da companhia   de calçados  Kenner, em Campina Grande, na Paraíba, conta que foi   difícil superar o  estereótipo quando deixou uma empresa estatal de   energia. “Era visto como o  funcionário público que tem salário alto e   produtividade baixa, o que, em tese,  significaria falta de ambição”,   explica Carlos. O candidato não precisa  responder a perguntas que nada   tem a ver com o cargo. “O foco na entrevista  deve ser o lado   profissional, mas já vi recrutador verificar a posição social  do   profissional”, diz a psicóloga Ana Fraiman. Num caso assim, questione   que  diferença isso faz. Perguntas constrangedoras também ocorrem e,   dependendo do  tom, o melhor a fazer é descartar a empresa rapidamente,   como conta Márcia  Hasche, da consultoria Valor Pessoal, especializada   em clima organizacional. </p>
<p>			  “Um recrutador certa vez perguntou se eu tinha filhos e o que fazia para    evitar”, lembra. Headhunters também têm problemas em otimizar a   agenda. No ano  passado, um caça-talentos pediu ao administrador de   empresas Edson Salvio Jr.,  de 39 anos, atualmente desempregado, que   adiantasse em uma hora o início da  entrevista. “Quando ele ligou,   faltava apenas uma hora e meia para o novo  horário sugerido. Topei, mas   avisei que poderia me atrasar uns 15 minutos.  Chegando lá, ele fez a   entrevista às pressas porque já havia outro candidato  esperando”, diz   Edson. “Pior que isso só quando um entrevistador marcou o  encontro na   praça de alimentação de um shopping em pleno horário de pico. E a  conta   ficou para eu pagar.”</p>
<p>			  CUIDADO COM FALSOS RECRUTADORES <br />
			  O cientista da computação Samuel Vaz,  de 30 anos, analista de   tecnologia da Webfoundations, em São Paulo, caiu numa  cilada conhecida   no mercado. Foi convidado a participar de um processo mas, na  hora da   entrevista, descobriu que do outro lado não havia um headhunter. “Era    uma empresa que oferece aconselhamento de carreira e assessoria de   análise de  currículo”, lembra. O serviço custaria 2 000 reais. “Ela até   conseguia marcar  entrevista com uma ou outra empresa, mas ficava sob   minha responsabilidade  convencê-la a me contratar. E só avisavam que o   serviço seria cobrado no meio  do terceiro encontro”, diz Samuel.&nbsp;</p>
<p>			  AS 13 MAIORES MANCADAS DOS  CANDIDATOS, NA OPINIÃO DOS RECRUTADORES&nbsp;</p>
<p>			  1 Omitir fatores que são requisitos  importantes para a posição, como a   impossibilidade de mudar de cidade ou de  viajar com frequência. <br />
			  2 Discursar autoelogios, usando  adjetivos batidos como “dinâmico”,   “criativo”, “inovador”, e tudo na primeira  pessoa: “eu fiz”, “eu   consegui”.<br />
			  3 Perder a linha de raciocínio  contando “causos”, ou se justificar em excesso, fazendo papel de vítima.<br />
			  4 Questionar detalhes pouco  importantes em uma primeira entrevista, como qual modelo de celular a empresa  oferece.<br />
			  5 Faltar ao encontro e não avisar com  antecedência, ou cancelar e remarcar várias vezes.<br />
			  6 Não ser transparente ao explicar o  motivo do desligamento das empresas em que trabalhou.</p>
<p>			  7 Não dar bola a uma sondagem por  estar bem empregado ou por considerar- se muito competente.<br />
			  8 Dar sequência a um processo seletivo  apenas para testar a   empregabilidade, ou para saber se o salário está na média  e desistir   depois.<br />
			  9 Fazer leilão do tipo “quem paga  mais” entre as ofertas da nova empresa e as contrapropostas da empresa atual.<br />
			  10 Manter o celular ligado durante a  conversa. Pior ainda quando resolve atender <br />
			  11 Exceder na ansiedade e ficar  perguntando todos os dias sobre o   andamento do processo 12 Insistir para que o  entrevistador revele o   pacote de remuneração, ou a empresa contratante, antes  da hora.<br />
			  13 Falar de forma negativa ou revelar  informações confidenciais sobre   as empresas em que atuou e sobre os  profissionais com quem trabalhou. </p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>
<p>			AS 13 MAIORES MANCADAS DOS RECRUTADORES, NA OPINIÃO DOS CANDIDATOS&nbsp;</p>
<p>1 Não dar feedback: se o currículo chegou, se a  vaga foi fechada, se o candidato já foi excluído&#8230; <br />
2 Não estudar com antecedência o currículo do  candidato e fazer uma   leitura dinâmica instantes antes ou mesmo durante a  entrevista.<br />
3 Marcar encontros em lugares inadequados e  barulhentos, como shoppings e cafés <br />
4 Fazer perguntas que invadem a privacidade do  entrevistado, como o desejo de ter filhos, ou se é casado de papel passado.<br />
5 Rotular o profissional tomando por base o  perfil de alguma empresa em que trabalhou.</p>
<p>6 Confidenciar “estou trabalhando esta vaga por  fora da empresa que represento” <br />
7 Chamar para entrevista usando uma determinada  vaga como isca, mas   entrevistar para outra, cuja função e salário não são  condizentes.<br />
8 Chamar para entrevista apresentando uma  oportunidade e, no meio da conversa, revelar: “Queria apenas conhecê-lo”.<br />
9 Entrevistar dois candidatos simultaneamente  para “ganhar tempo” ou   fazer a entrevista às pressas porque o candidato  seguinte já chegou.<br />
10 Durante a entrevista, permitir ser interrompido  por terceiros, atender ao celular, sair da sala, ler e-mails&#8230; <br />
11 Dizer que vai passar o candidato para a próxima  fase e sumir sem dar nenhuma satisfação.<br />
12 Medir visualmente o candidato de cima a baixo,  antes mesmo da conversa ser iniciada.<br />
13 Fazer perguntas ou insinuar brincadeiras  preconceituosas   relacionadas à religião, cor da pele, preferência sexual e  aparência   física.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Revista Você S/A </p>
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		<title>Sua empresa é pior do que você imagina</title>
		<link>http://www.admvet.com.br/artigos/sua-empresa-e-pior-que-voce-imagina</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 03:06:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pesquisa inédita mostra que a maior parte das empresas brasileiras acredita que presta um ótimo serviço a seus consumidores. Na prática, um abismo separa autoimagem de realidade... <a href="http://www.admvet.com.br/artigos/sua-empresa-e-pior-que-voce-imagina"></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa inédita mostra que a maior parte  das empresas   brasileiras acredita que presta um ótimo serviço a seus  consumidores.   Na prática, um abismo separa autoimagem de  realidade</p>
<p>No final da década de 90, profetas dos negócios, como o americano    Michael Hammer, passaram a afirmar que o mundo estaria entrando numa   nova era,  a da chamada economia do cliente, uma espécie de éden no qual   todo o poder  estaria nas mãos do consumidor. &#8220;Não são mais os clientes   que imploram por  bens escassos. Agora são os vendedo res que andam   desesperados em busca de  clientes&#8221;, pregava Hammer, conhecido como o   pai da reengenharia. Passados  mais de dez anos, sua profecia parece não   ter se cumprido. Aqui e em todo o  mundo, consumidores continuam se   sentindo mal atendidos, abandonados e, muitas  vezes, traídos pelas   companhias que supostamente estariam a seus pés. Os  discursos que   exaltam o &#8220;foco no consumidor&#8221;, a &#8220;satisfação  total&#8221; e o &#8220;cliente   sempre em primeiro lugar&#8221; continuam em alta  nos modismos corporativos.   Tudo muito bonito e politicamente correto. Quem ousaria  dizer o   contrário? Na vida real, porém, as coisas costumam ser bem diferentes.  É   o que mostra uma pesquisa elaborada por EXAME e pelo Instituto   Brasileiro de  Relacionamento com o Cliente (IBRC). O estudo, realizado   entre abril e dezembro  de 2009, com base em entrevistas com mais de 3   000 pessoas em todo o país e em  pesquisas sobre as práticas de   relacionamento de 100 companhias, aponta as dez  empresas com melhor   atendimento aos clientes e as dez com pior desempenho. Tão  ou mais   importantes do que a lista são as conclusões que podem ser tiradas da    pesquisa &#8211; e que servem para qualquer empresa que mantenha relações   diretas com  o mercado. A fotografia que surge mostra um profundo abismo   entre a imagem que  as companhias têm de si mesmas e o que os   consumidores pensam delas. Quase todas  as empresas &#8211; 98%, para sermos   mais precisos &#8211; afirmam ter uma estrutura  eficiente de atendimento. Mas   23% dos consumidores entrevistados disseram não  ter sido bem atendidos   por nenhuma companhia nos 12 meses anteriores à  pesquisa. Ne-nhu-ma.<br />
			  Agora, sejamos honestos: não é de surpreender que esse  abismo entre   autoimagem e vida real exista. Empurradas pela competição,  empresas do   mundo todo passaram a pregar a busca pela satisfação plena, geral e    irrestrita do consumidor como se isso fosse algo possível. Não é.   Negócios  existem, antes de tudo, para dar lucro e para gerar riqueza   para seus  acionistas. É como diz o consultor Bob Fifer, em seu livro   Dobre Seus Lucros:  &#8220;Maximizar a satisfação do cliente é uma   platitude&#8230; Se você quiser mesmo  ‘maximizar’ a satisfação do cliente,   reduza seu preço a zero ou dê a ele uma viagem  grátis ao Havaí&#8221;. Todo o   resto, para Fifer, é cinismo. Ao comprar um  produto ou serviço, os   consumidores não esperam receber uma viagem ao paraíso.  Até porque não   estariam dispostos a pagar por ela. Não há um problema aí,  portanto. A   real questão é a incapacidade que muitas empresas demonstram de    meramente cumprir o contrato selado com o consumidor, entregando apenas e   tão  somente o que foi prometido. Esse, sim, é um problemaço.   Resolvê-lo é condição  necessária para cumprir o objetivo primordial de   qualquer negócio &#8211; ter lucro e  remunerar os acionistas. &#8220;O erro zero é   impossível&#8221;, afirma Alexandre  Diogo, presidente do IBRC. &#8220;Muitas   empresas desperdiçam recursos com  fórmulas mirabolantes e deixam de   fazer o básico, que é respeitar o consumidor  e resolver de forma eficaz   os problemas que aparecem.&#8221;<br />
			  Há duas saídas para consumidores impacientes &#8211; ambas  desastrosas para   quem está do outro lado da mesa. A primeira, mais óbvia, é  trocar de   fornecedor. Aí temos o fim da linha de uma relação que normalmente    custa um bom dinheiro para ser construída. A segunda, mais barulhenta, é   apelar  para os cada vez mais disseminados mecanismos de defesa do   mercado. Esse tipo  de comportamento levou, por exemplo, à recente   multiplicação de multas  aplicadas no Brasil por mau atendimento. No ano   passado, operadoras de  telefonia, empresas de cartões de crédito,   companhias aéreas, concessionárias e  outras prestadoras de serviços   foram punidas em 93 milhões de reais &#8211; a soma das  multas aplicadas   pelos dez principais Procons do país (incluindo São Paulo, Rio  de   Janeiro e Brasília) e pelo Departamento de Proteção e Defesa do   Consumidor.  Duas das maiores operadoras de celular do Brasil &#8211; Oi e   Claro &#8211; se tornaram  alvo de uma ação civil pública milionária, acusadas   de não cumprir a lei que  regulamenta o atendimento nos call centers,   em vigor desde 2009. Em caso de  condenação, a multa será de 300 milhões   de reais para cada empresa &#8211; a maior  punição do gênero no Brasil.<br />
			  O SPEEDY, SERVIÇO DE BANDA LARGA da Telefônica, teve suas  vendas   suspensas pela Anatel, agência que regula o setor, durante dois meses no    ano passado por causa das sucessivas falhas técnicas que apresentava.   Um caso  clássico de contrato não cumprido (veja reportagem na pág. 28).   O cerco às  empresas deve apertar nos próximos meses. Até junho o   Ministério da Justiça  deve converter em secretaria o Departamento de   Proteção e Defesa do Consumidor,  o que vai praticamente triplicar o   contingente de técnicos dedicados ao assunto.  Na internet, blogs, sites   de relacionamento, Twitter e fóruns escancaram e  passam adiante os   problemas como se fossem vírus. Por essas e outras, está  ficando cada   vez mais caro e arriscado prestar um mau serviço. Falhas no  atendimento   não apenas colocam em jogo a imagem da empresa &#8211; graças à internet,  os   desabafos de consumidores enfurecidos agora repercutem de maneira   jamais  vista &#8211; mas também começam a afetar o caixa de forma mais   imediata e, portanto,  muito mais perceptível.</p>
<p>			  A pesquisa EXAME/IBRC mostra que nenhum setor irrita tanto  seus   clientes quanto o de telefonia &#8211; apesar de todos os avanços obtidos   desde  as privatizações. Das dez empresas mais mal colocadas no   levantamento, cinco  atuam nesse mercado. Só as operadoras de celular   têm, juntas, 174 milhões de  clientes no país, o que, por si só, as   torna vulneráveis a um número grande de  reclamações. &#8220;Somos a maior   empresa de telecomunicações do país e estamos  em expansão. Como temos   mais clientes, é natural que tenhamos mais  reclamações&#8221;, diz Abel   Camargo, diretor de atendimento da Oi, a mais  criticada pelos   consumidores pesquisados pelo IBRC. A Oi tem 60 milhões de  clientes em   todo o Brasil, que fazem 70 milhões de chamadas para o call center    todos os meses &#8211; atender a essa avalanche de ligações exige 45 000    funcionários. Além do grande número de clientes, os pesados custos de    manutenção e a intensa concorrência entre as operadoras, com um ritmo   frenético  de lançamentos e promoções que muitas vezes os serviços de   pós-venda não  conseguem acompanhar, completam o rol de possíveis causas   para o mau serviço  crônico. &#8220;Em setores com alto nível de competição, é   comum que os  executivos estejam muito preocupados com os resultados   imediatos e cortem  investimento em atendimento&#8221;, afirma Leonardo   Araújo, professor de  marketing da Fundação Dom Cabral. &#8220;O que eles não   percebem é que, com o  tempo, o índice de retenção de clientes também   faz diferença.&#8221; Por outro  lado, apenas aumentar o investimento sem   combater a razão de tantas ligações e  reclamações é como enxugar gelo.<br />
			  No final do ano passado, a Oi começou a esboçar reação.  Criou uma   diretoria de relacionamento com o cliente, diretamente subordinada à    presidência e responsável por um plano de melhorias que deve custar 250   milhões  de reais. O principal objetivo é diminuir as chamadas ligações   repetidas,  aquelas em que o cliente faz a mesma reclamação mais de uma   vez. Segundo a Oi,  a proporção de chamadas repetidas em seu call center   gira em torno de 30%.  Analistas de mercado ouvidos por EXAME estimam   que a empresa gaste 1,2 bilhão  de reais por ano só com atendimento   telefônico e suporte técnico. Feitas as  contas, se a operadora   conseguisse eliminar todas as ligações repetidas,  economizaria 400   milhões de reais. A Oi também cortou pela metade o número de  promoções   após a incorporação da <a href="http://mm.portalexame.abril.com.br/empresas/ficha/brasil-telecom" target="_blank">Brasil Telecom</a>,   ocorrida no início de 2009. A grande variedade de planos  não apenas   causava confusão na cabeça do consumidor como também provocava erros  de   cobrança &#8211; o principal motivo de ligações para o call center da   empresa.  (Uma das razões para os erros nas contas é o fato de os   sistemas de informática  nem sempre conseguirem processar as faturas de   acordo com os bônus e as  condições combinados no contrato.)<br />
			  A tensão no relacionamento entre operadoras de telefonia e  seus   clientes é, aparentemente, um mal mundial. A americana AT&amp;T, única    operadora autorizada a vender iPhones nos Estados Unidos, está   descobrindo da  pior maneira o prejuízo que uma revolta de clientes pode   causar. Em dezembro,  as cada vez mais frequentes panes nos iPhones   americanos irritaram o blogueiro  Dan Lyons, que convocou os usuários a   congestionar a re de da empresa &#8211; no  horário marcado, a ideia era que   todos baixassem aplicativos pesados e usassem  a internet, de modo a   deixar claro que a operadora não teria condições de  suportar o tráfego.   A repercussão da iniciativa foi tão grande que levou a  agência   reguladora do setor a se manifestar, por temer apagões nas redes e nos    telefones de serviços essenciais, como os bombeiros e a polícia.    &#8220;Interromper propositalmente o funcionamento de uma rede é irresponsável   e  pode ser con siderado ameaça à segurança pública&#8221;, avisou a agência,   em  nota. O protesto foi abortado, mas o estrago já havia sido feito.   Nos últimos  meses, a AT&amp;T chegou a sugerir que a culpa pelas panes   era dos próprios  clientes, que usam muito a internet e baixam   aplicativos demais (dois serviços,  é bom lembrar, propagandeados e   vendidos por ela). Agora, cogita limitar o volume  de dados por usuário &#8211;   alternativa que está gerando ainda mais insatisfação.<br />
			  A diferença entre o grupo de empresas que se saíram bem na  pesquisa   EXAME/IBRC e o grupo das que se saíram pior não está na ausência de    falhas. O que os separa é uma combinação de investimentos em   treinamento,  sistemas de tecnologia que organizem o fluxo das   reclamações e, sobretudo, um  controle maior sobre o produto ou serviço   oferecido. Imagine um banco que, por  erros de sistema ou de   funcionários, desapareça com o dinheiro do correntista.  Ou uma   instituição financeira que erre sistematicamente o extrato de    investimentos do cliente. Não há vida longa no mercado financeiro para   uma  organização desse tipo. Cumprir o contrato é, por tanto, questão de    sobrevivência. Essa é uma poderosa explicação para o desempenho do   Bradesco, o  mais bem colo cado na pesquisa. (Recentemente, o Pro con de   São Paulo divulgou  uma lista com os campeões de reclamações, na qual o   Bradesco aparece em sétimo  lugar. Nesse levantamento, foram   consideradas queixas sobre todas as empresas  do grupo, incluindo plano   de saúde, cartão de crédito e seguros. Na pesquisa  EXAME/IBRC, apenas o   banco ficou em primeiro lugar.) O Bradesco tem hoje 53  milhões de   clientes, número bastante semelhante ao da Oi, e todas as reclamações    são transformadas em relatórios diá rios distribuídos a toda a   diretoria. Desde  o início do ano, as reclamações mais frequentes são   tema de reuniões bimestrais  em que participam a ouvidoria e   representantes de todas as áreas envolvidas.  &#8220;Esses encontros dão mais   sentido de urgência aos problemas, além de ser a  oportunidade de as   áreas conversarem sobre como resolvê-los&#8221;, diz Julio  Alves Marques,   diretor da ouvidoria do Bradesco. Em casos extremos, quando  surge uma   queixa que possa representar um risco para a imagem do banco, ela é    levada ao conselho de administração &#8211; como ocorreu em janeiro, quando um    funcionário do call center telefonou para uma pessoa que havia se   cadastrado no  &#8220;não per turbe&#8221;, a lista de telemarketing indesejado do   Procon de São  Paulo. &#8220;Nossa preocupação era saber se foi um erro pon   tual ou um problema  de sistema. Imagine o prejuízo para a imagem do   banco se muitos cadastrados na  lista começassem a receber ligações   nossas&#8221;, diz Marques. Quando fica  comprovado que um funcionário se   comportou de forma inaceitável &#8211; como no caso  de um correntista que   ouviu uma atendente de sua agência chamá-lo de  &#8220;mala&#8221; -, ele é   demitido.<br />
			  Talvez a grande resposta ao desafio do relacionamento com  o consumidor   seja encará-lo como o que ele realmente é: um componente vital do    negócio, e não um favor ou um agrado ao mercado. Sendo assim, faz todo o    sentido alinhar a remuneração variável dos principais executivos a   metas de  atendimento, como fazem o próprio Bradesco e a Natura, maior   fabricante de  cosméticos do país. Essa opção acaba por desencadear uma   série de medidas &#8211;  afinal, que executivo quer perder seu bônus por   causa do mau humor do cliente?  Duas vezes ao ano, o conselho do   Bradesco faz reuniões específicas para  discutir reclamações e aprovar   relatórios semestrais sobre o tema que seguem  para o Banco Central.   Quanto melhores os relatórios &#8211; evidências de que os  contratos com os   clientes estão sendo cumpridos -, melhores o resultado final  do banco e   a remuneração de acionistas e executivos.</p>
<p>			  A MESMA LÓGICA, EM ALGUMAS empresas, segue hierarquia abaixo. Na  varejista eletrônica <a href="http://mm.portalexame.abril.com.br/empresas/ficha/b2-w" target="_blank">B2W</a>,   dona do Submarino e da Americanas.com, respectivamente a terceira e a    nona colocadas no levantamento EXAME/IBRC, os principais indicadores   (como as  famigeradas ligações repetidas ou a quantidade de falha nas   entregas) são  checados sistematicamente. &#8220;Quando algo não está   funcionando, investigamos  o processo a fundo para saber o porquê&#8221;, diz   Timotheo de Barros, diretor  de relações com investidores da <a href="http://mm.portalexame.abril.com.br/empresas/ficha/b2-w" target="_blank">B2W</a>.   &#8220;E, assim que uma meta é  alcançada, ela é imediatamente revisada.&#8221; A   rede de lojas de roupas  Renner, que ficou entre as 20 melhores do   ranking, dá autonomia para que cada  um de seus 10 500 funcionários   resolva os problemas na hora em que eles  aparecem &#8211; e paga um prêmio   mensal de um salário mínimo aos melhores em  atendimento. A cada   semestre, o melhor funcionário da melhor loja recebe uma TV  e participa   de um almoço com a diretoria da varejista. &#8220;Eu mesmo às vezes  banco o   atendente de loja para ver de perto o que nosso cliente quer&#8221;,  afirma,   Jose Galló, presidente da empresa.</p>
<p>			Ficar em estado de alerta permanente, como fazem Bradesco, Natura, <a href="http://mm.portalexame.abril.com.br/empresas/ficha/b2-w" target="_blank">B2W</a> e outras empresas bem avaliadas na pesquisa, é  uma atitude com impacto   direto na lealdade dos clientes &#8211; isso num mundo, é bom  não esquecer,   cada vez mais infiel. Estudos da consultoria Bain &amp; Company  mostram   que manter um cliente é bem mais barato que recuperar um consumidor    perdido. Dependendo da empresa, é preciso conquistar de três a dez   clientes  fiéis para compensar o estrago causado por um único cliente   furioso. Ainda  segundo a Bain, cada aumento de 5 pontos percentuais no   índice de retenção de  clientes pode fazer o lucro por consumidor   aumentar até 85% em bancos de varejo  e até 135% nas operadoras de   telefonia. &#8220;Investir no bom relacionamento  não é só garantia de   sobrevivência mas também de crescimento no longo  prazo&#8221;, diz Rodolfo   Spiellman, sócio da Bain &amp; Company no Brasil.  Óbvio? Sim. Mas na   vida real, diferentemente do que as próprias empresas teimam  em   propalar, fazer as coisas certas &#8211; e só fazer isso &#8211; muitas vezes é uma    exceção. Não uma regra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Revista Exame </p>
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